Tive um sonho sinistro, sinistro demais pra lembrar. Era algo caindo e que vinha do mar.
Céu todo brilhante em amarelo e rosa, as cores sempre alternando, tantos tons de cor nenhuma todos brilhantes, parecia ser uma explosão, mas era apenas um quase clarão.
E eu sei que não deveria lembrar.
Verdade de um Khan
Registro público de pensamentos. Não espere coerência.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Registro
terça-feira, 5 de março de 2013
O Cosmonauta
Tinha
escrito sobre o Cosmonauta a um tempo atrás mas acabei não passando para cá. Apesar
de defasado, vale em nível de registro posta-lo aqui. Coerência nunca foi o
forte desse lugar mesmo.
O
Cosmonauta vive a dez anos no planeta MEPE. Sua vida sempre foi muito boa. Como
poderia ser diferente? MEPE era um planeta incrível, com condições climáticas favoráveis,
fauna e flora diversificada, minérios em ambulância, e o solo? Este era farto,
a semente jogada ao chão logo virava uma plantinha. Viver em MEPE sempre foi
motivo de orgulho "eu sou bom, sou digno de morar aqui" dizia o
Cosmonauta para si, sempre que subia em uma montanha próxima a sua casa e
olhava o que tinha construído nesses dez anos, ficava com sorriso bobo e se
dava dois tapinhas no ombro dizendo "Isso ai Cosmonauta, você esta fazendo
um bom trabalho". E foi ai que tudo mudou, o Cosmonauta se deu conta que
nos últimos anos viveu sozinho e isso foi assustador. Ele se lembra de ter tido
companhia, mas não lembra quando, e essa é parte estranha: “quando isso
começou? Era assim antes? Realmente não lembro”, se questionava o Cosmonauta.
Percebeu então que chegara a hora de partir. Foi para seu laboratório, fechou os olhos e apontou a esmo para uma região aleatória daquele abismo infinito: “Planeta FNJMZ-16”. O Cosmonauta ficou repetindo Fnjmz-16, convenhamos, é um nome difícil até de falar. Ele começou a pesquisar sobre o planeta, mas não encontrou muitas informações. Tratava-se de uma nova aventura, se jogar mais uma vez no Cosmo, atravessar o vazio e encontrar um novo lugar. O Cosmonauta então começou a preparar seu foguete. “Dez anos vivendo aqui... acho que nem lembro mais usar essa coisa...” pensava. E ele está assim, preparando-se para partir. Mas toda vez que ele olha a paisagem de MEPE, fica confuso, surpreso, ele realmente não entende o que aconteceu, mas enquanto olha a paisagem, martela as peças do foguete.
Percebeu então que chegara a hora de partir. Foi para seu laboratório, fechou os olhos e apontou a esmo para uma região aleatória daquele abismo infinito: “Planeta FNJMZ-16”. O Cosmonauta ficou repetindo Fnjmz-16, convenhamos, é um nome difícil até de falar. Ele começou a pesquisar sobre o planeta, mas não encontrou muitas informações. Tratava-se de uma nova aventura, se jogar mais uma vez no Cosmo, atravessar o vazio e encontrar um novo lugar. O Cosmonauta então começou a preparar seu foguete. “Dez anos vivendo aqui... acho que nem lembro mais usar essa coisa...” pensava. E ele está assim, preparando-se para partir. Mas toda vez que ele olha a paisagem de MEPE, fica confuso, surpreso, ele realmente não entende o que aconteceu, mas enquanto olha a paisagem, martela as peças do foguete.
O
Cosmonauta levantara voo em breve.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Sorriso
Porque um sorriso vai além. É quase um status social. Um sorriso forte e chapado. Mas o meu sorriso é verdadeiro, não tem dor de reumatismo que tire ele, porque a lembrança gostosa vive, e como vive. Porque o Cosmonauta sabe, que logo logo ele terá uma nova casa, um novo lugar para viver e morar =) Esse sorriso, ninguém tira :)
domingo, 27 de janeiro de 2013
"Sente aqui"
"A Palavra" só é importante por causa da "Palavra", se a "A Palavra" fosse apenas "palavra", seria somente mais uma palavra. Enfim, tudo um desvaneio. O fato é que existe um Abismo Colossal entre o que seria P's e p's. E por favor, não estou falando no sentido gramatical. Poucas coisas realmente importam aqui e Gramatica está longe de ser uma delas.
Sente aqui
"Sente aqui" É diferente de "sente aqui", "Sente Aqui", "sente Aqui". A diferença está na sutileza representada pelo Caixa Alta Positivo e Caixa Alta Negativo. Mas isso nada importa também, sabe porque? Porque não há regras. Não há um padrão. Nem o próprio "Sente aqui" se importa com isso. O "Sente aqui" tornou-se fascinante, muito mais do que pretendia ser. Por que isso não se escolhe, apenas se aceita o fluxo. "Sente aqui" tem energia, e digo mais: se olhar de perto, se inclinar a cabeça um pouco, fechar um dos olhos, será possível ver um caminho, um caminho deveras agradável, que nos faz pensar: "Como? É apenas 'Sente aqui'." Mas isso já outro desvaneio. O "Sente aqui" se fez especial, e devemos respeitar e admirar o especial.
Agora tire toda a abstração, desencapsule o conceito fundamental desta mensagem: Torne um 'sente aqui' em 'Sente aqui'. Apesar de todo caos neurante envolvido, depende de você.
Eu escolhi o "Sente aqui", e vou ri. Como sempre.
Sente aqui.
Sente aqui
Agora tire toda a abstração, desencapsule o conceito fundamental desta mensagem: Torne um 'sente aqui' em 'Sente aqui'. Apesar de todo caos neurante envolvido, depende de você.
Eu escolhi o "Sente aqui", e vou ri. Como sempre.
Sente aqui.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
"Não se controla o Incontrolável"
"Não se controla o Incontrolável".... deveria ser simples, afinal é uma instrução simples. Mas não é. Digo, a instrução é realmente simples, mas segui-la é outra historia, porque sempre tentam controlar o incontrolável: E não se controla O Vento (a não ser que você tenha uma flauta).
E porque não se controla? Porque existe muito Caos o movendo, mas muito, a cada centímetro são tantas variáveis, mas tantas que isso é impraticável (a não ser, novamente, que você tenha uma flauta).
E todos nos sabemos o resultado disso: O Vento se dispersa. Flui e transpassa tudo. O Vento é isso. O Vento pode não ser a melhor coisa do mundo (e de fato está muito longe disso [na Verdade {"A Verdade" da Verdade, se me permitem o gracejo} o Vento nunca quis ser nada mais do que vento.]), mas ele é isso: Vento, um aglomerado de caos girando sem controle, sempre girando, sempre mudando. Então não tente controlar O Vento, tentar conduzir é uma coisa, tentar moldar, tentar condicionar são ideias até aceitáveis, praticáveis e que devem ser aplicadas com moderação. Pois nos sabemos. Nos conhecemos O Vento, e nos não tentamos controla-lo. Nos apenas o aceitamos como ele é.
E que O Vento sempre seja feito de vento.
E porque não se controla? Porque existe muito Caos o movendo, mas muito, a cada centímetro são tantas variáveis, mas tantas que isso é impraticável (a não ser, novamente, que você tenha uma flauta).
E todos nos sabemos o resultado disso: O Vento se dispersa. Flui e transpassa tudo. O Vento é isso. O Vento pode não ser a melhor coisa do mundo (e de fato está muito longe disso [na Verdade {"A Verdade" da Verdade, se me permitem o gracejo} o Vento nunca quis ser nada mais do que vento.]), mas ele é isso: Vento, um aglomerado de caos girando sem controle, sempre girando, sempre mudando. Então não tente controlar O Vento, tentar conduzir é uma coisa, tentar moldar, tentar condicionar são ideias até aceitáveis, praticáveis e que devem ser aplicadas com moderação. Pois nos sabemos. Nos conhecemos O Vento, e nos não tentamos controla-lo. Nos apenas o aceitamos como ele é.
E que O Vento sempre seja feito de vento.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Amélie

Nesta madrugada, percebi na pratica que o conceito “Amélie Poulain” realmente pode ser praticável, e o mais interessante é que ele pode ser mutável para que fique... Como posso dizer? Mais interessante... Condicionar uma atitude/ação e assistir da sacada o correr dos fatos e supor as conseqüência é um entretenimento e tanto... Os Humanos sempre foram o melhor entretenimento.
E uma terceira forma de pratica desse conceito, será mostrada a partir de hoje, na medida do possível, claro.
Pense um pouco, e você também achará uma forma de usar esse conceito.
E uma terceira forma de pratica desse conceito, será mostrada a partir de hoje, na medida do possível, claro.
Pense um pouco, e você também achará uma forma de usar esse conceito.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Que fique claro

Lembram que eu disse que estava cansado?
E que o Tempo esta acabando?
Pois então, a variável Tempo se aplica a toda Noção ou Quanto de Tempo que eu usei, uso, ou que venha usar.
Desta forma, todo o Tempo está acabando.
Algumas pessoas perceberam isso tarde demais.
Mas mensagens foram enviadas, se os Receptores ignoraram, não cabe o Emissor ser responsabilizado.
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