domingo, 27 de janeiro de 2013

"Sente aqui"

"A Palavra" só é importante por causa da "Palavra", se a "A Palavra" fosse apenas "palavra", seria somente mais uma palavra. Enfim, tudo um desvaneio. O fato é que existe um Abismo Colossal entre o que seria P's e p's. E por favor, não estou falando no sentido gramatical. Poucas coisas realmente importam aqui e Gramatica está longe de ser uma delas.

Sente aqui


"Sente aqui" É diferente de "sente aqui", "Sente Aqui", "sente Aqui". A diferença está na sutileza representada pelo Caixa Alta Positivo e Caixa Alta Negativo. Mas isso nada importa também, sabe porque? Porque não há regras. Não há um padrão. Nem o próprio "Sente aqui" se importa com isso. O "Sente aqui" tornou-se fascinante, muito mais do que pretendia ser. Por que isso não se escolhe, apenas se aceita o fluxo. "Sente aqui" tem energia, e digo mais: se olhar de perto, se inclinar a cabeça um pouco, fechar um dos olhos, será possível ver um caminho, um caminho deveras agradável, que nos faz pensar: "Como? É apenas 'Sente aqui'." Mas isso já outro desvaneio. O "Sente aqui" se fez especial, e devemos respeitar e admirar o especial.

Agora tire toda a abstração, desencapsule o conceito fundamental desta mensagem: Torne um 'sente aqui' em 'Sente aqui'. Apesar de todo caos neurante envolvido, depende de você.

Eu escolhi o "Sente aqui", e vou ri. Como sempre.

Sente aqui.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

"Não se controla o Incontrolável"

"Não se controla o Incontrolável".... deveria ser simples, afinal é uma instrução simples. Mas não é. Digo, a instrução é realmente simples, mas segui-la é outra historia, porque sempre tentam controlar o incontrolável: E não se controla O Vento (a não ser que você tenha uma flauta).
E porque não se controla? Porque existe muito Caos o movendo, mas muito, a cada centímetro são tantas variáveis, mas tantas que isso é impraticável (a não ser, novamente, que você tenha uma flauta).
E todos nos sabemos o resultado disso: O Vento se dispersa. Flui e transpassa tudo. O Vento é isso. O Vento pode não ser a melhor coisa do mundo (e de fato está muito longe disso [na Verdade {"A Verdade" da Verdade, se me permitem o gracejo}  o Vento nunca quis ser nada mais do que vento.]), mas ele é isso: Vento, um aglomerado de caos girando sem controle, sempre girando, sempre mudando. Então não tente controlar O Vento, tentar conduzir é uma coisa, tentar moldar, tentar condicionar são ideias até aceitáveis,  praticáveis e que devem ser aplicadas com moderação. Pois nos sabemos. Nos conhecemos O Vento, e nos não tentamos controla-lo. Nos apenas o aceitamos como ele é.

E que O Vento sempre seja feito de vento.